Como transferir dinheiro do Brasil para o exterior pagando menos taxas. Ou como evitar o IOF

Confesso, confesso: estava com um pouco de preguiça de escrever todas as informações sobre o transferwise, mas me dei conta que não posso deixar de compartilhar uma maravilhosidade dessas.

Já uso há algum tempo e digo: é seguro. Pra mim, é uma alternativa sensacional, já que preciso transferir frequentemente dinheiro da minha conta, no Brasil, para a Europa. Sem dúvida, foi a melhor maneira que eu encontrei de pagar menos taxas, já que transfiro o meu dinheiro entre duas contas minhas. Ou seja, pra utilizar o site, é necessário haver uma conta no exterior, porém, esta conta não precisa estar no seu nome, claro.

É aí que entra a história de evitar pagar o IOF em viagens. Se você tiver um amigo ou familiar morando fora do Brasil e com uma conta internacional, você pode enviar o seu dinheiro ao seu amigo pelo transferwise e, chegando ao destino, pegue o dinheiro com ele. Meu irmão chega por aqui em menos de um mês e já me ofereci pra fazer isso. Por que não, né? Com a economia das taxas e IOF, podemos pagar uma diária de um carro, um jantarzinho, entradas em museu. Pra que gastar dinheiro à toa, se temos outras alternativas? 

Costumo dizer que o transferwise é o equivalente ao Uber das transferências (e descobri que copiei essa fala de alguém porque, escrevendo este texto, já li a expressão diversas vezes, haha). Um serviço parecido com o que os bancos oferecem, mas melhor para quem o utiliza. Tudo isso porque eles tiveram uma sacada sensacional (por que não nasci assim, inteligente?).

Me explico.

É como se o transferwise tivesse escritórios espalhados por diversos países do mundo. E eu, que recebo em reais, no Brasil, preciso transferir meu dinheiro para o meu banco aqui na França ou na Espanha. Em vez de fazer uma transferência REAL do Brasil à Europa, eu pago um boleto com o valor da transferência que é destinado ao transferwise e eles, que tem fundos no escritório da Europa, me repassam esse valor. São duas transferências locais, em vez de transferências internacionais. Eu pago ao escritório do Brasil e o escritório da Europa me repassa o dinheiro. Assim, todo mundo ganha.

O transferwise nos cobra uma taxa ínfima (ainda mais se comparada às taxas que os bancos nos cobram + IOF) e a conversão deles é boa. 

Para leigos, como eu.

Mais explicações

Eles, inclusive, comparam as taxas do banco, o cambio e não temos que pagar o IOF a mais se decidirmos usar outros meios de pagamento na viagem, como sacar dinheiro pelo caixa eletrônico, pagar com cartão de crédito, débito, etc... De toda a quantia enviada, além da economia em utilizar o transferwise, ainda evitamos acrescentar os 6,38% de IOF. 

Pra que fique ainda mais claro, vou colar aqui um trecho de uma reportagem do Estadão, onde eles explicam como surgiu a empresa:

“Em 2010, Taavet conheceu um outro estoniano, chamado Kristo Käärmann, que trabalhava numa empresa de consultoria e também havia sido transferido para Londres. Kristo tinha um financiamento na Estônia e, por isso, todos os meses, fazia o oposto, mandava dinheiro do Reino Unido para o seu banco na Estônia. Não demorou muito para eles terem uma ideia: ao invés dos dois ficarem pagando as altas taxas para transferir dinheiro de uma país para o outro, Taavet transferiria dinheiro da conta dele na Estônia para a conta do banco de Kristo no mesmo país e Kristo transferiria dinheiro para Taavet para sua conta no banco de Londres. Fariam assim duas transferências locais, pagando muito menos em taxas. E para serem justos com a taxa de conversão entre as moedas, resolveram usar a média entre compra e venda, o que era fácil de checar consultando o site da Reuters.

Depois de alguns meses fazendo isso, eles começaram a ouvir de outros estonianos que esta solução também resolvia um problema que eles enfrentavam. Eles começaram a pensar então que este poderia ser um problema que atingia muito mais gente do que eles imaginavam. E que isto poderia acontecer diariamente em muitos países ao redor do mundo.”

O site é bem fácil de usar e, depois de fazer o cadastro com seus dados pessoais e upload de um documento que precisa ser verificado, tudo está ok pra começar a fazer operações. Se você se cadastrar por este link-convite (transferwise), a primeira transferência (de até 500 libras – algo em torno de 2000 reais) será isenta de taxa. É uma ótima jogada de marketing pra eles, claro, e sai todo mundo ganhando.

 

 

Abaixo, vocês podem observar a simulação dos 500 pounds. Tá dando pra entender direitinho como funciona?

 

Agora que a simulação foi feita, é hora de fazer a operação real. Se tudo estiver ok, é só clicar em “enviar dinheiro” que aparecerá a tela abaixo, já com a data estimada da chegada do valor na conta de destino.

Dá pra perceber que fiz ao contrário, não é? Sem problemas! É só trocar o câmbio que tudo normaliza. Dá pra ajeitar tudinho durante a operação.

Escolhe-se a conta de destino, do beneficiário. É necessário só saber o nome e o IBAN, que é o formato internacional de conta bancaria, utilizado pelos bancos para fazer transferências entre países.

Eu já tenho a minha conta cadastrada, mas é fácil de cadastrar outro beneficiário

Exemplo da tela no caso de você não saber o número de conta do beneficiário

Aqui, no caso, é só saber o nome do beneficiário e o IBAN, que expliquei acima

 

A tela seguinte é de confirmação sobre os detalhes da transferência e, em seguida, um boleto será gerado para o pagamento da quantia. O boleto tem validade de 24 horas.

Se mudar de ideia, se você se confundiu com o valor, é só cancelar a transferência e não pagar o boleto, ok?

Como não amar o transferwise? <3

 

 

 

 

 

5 dicas simples e fáceis pra manter a energia durante as viagens

Viajar é sensacional, mas todos nós sabemos que pode ser exaustivo! Jet lag, dias longos andando, noites afora com drinks ou em discotecas, horas e horas de cansaço mental por estar em museus. Na maioria das vezes, queremos férias das férias – a não ser que suas férias tenham sido pensadas só para o descanso.

Porém, não precisa ser sempre assim. Podemos explorar o destino e fazer o máximo da viagem sem que  tudo termine sem energia.

Checa aqui as minhas 5 dicas favoritas pra que a nossa energia fique lá no alto enquanto viajamos.

Tenha uma boa noite de sono. Sempre que puder.

Acredito que esta é dica mais valiosa. Se você não dormir bem, é quase impossível de se manter cheio de energia durante o dia e conseguir aproveitar a viagem ao máximo. Eu sei que para algumas “corujinhas” pode ser difícil pegar no sono, mas este pode ser um ótimo hábito pra adquirir.

Todas as atrações turísticas da cidade estarão lá no dia seguinte, não fique ansioso e não tente fazer tudo no mesmo dia, inesgotavelmente. O seu dia seguinte ficará comprometido, assim como o resto da viagem.

Uma grande ajuda que eu tenho, é a melatonina, que foi preescrita pelo meu médico que, ainda disse: pode usar sem precaução. Melatonina é o hormônio do sono e nos ajudar a consertar o ciclo que pode ficar comprometido pelo jet lag, além de promover um sono de melhor qualidade. Converse com seu médico ;)

Faça como o Pablo e durma bem :)

 

Keep Moving

Eu sei, nós sabemos: não é fácil resistir à comida quando estamos de férias. Pessoalmente, eu AMO experimentar as comidas típicas e acredito que só conhecemos realmente um local quando visitamos seu mercado municipal e maneira com que este povo lida com a comida/gastronomia.

Como resistir àquele café da manhã local (er... muitas vezes com carbos a mais)? E àquela refeição de entrada-entrada-prato principal-queijo-sobremesa em harmonia com vinhos no restaurante bacana? E, claro, quem vai negar o jantar seguido de drinks no barzinho? Sem problemas! A questão é continuar se movimentando.

"Posso resistir à tudo, menos às tentações" :P

A melhor opção durante as férias é andar por aí, em vez de circular por transporte público ou táxi. Saiu ontem pra tomar umas com os amigos? Sem problemas! Se esforce pra acordar e correr até a praia ou até mesmo descobrindo alguma trilha que te faça conhecer alguns pontos turísticos. Surfe, pratique yoga, jogue na praia, faça trilhas. Se esporte não for o seu caso, opte a andança ao metrô. 

É muito importante manter o movimento, inclusive durante os voos ou viagens de trem. Ande pelo corredor do avião durante um voo longo. Vá até o final do vagão, estique as pernas – pode alongar mesmo! Tente se mexer, mesmo que o espaço seja restrito, já que um pouquinho já faz a diferença.  

 

Coma certo

Eu já comentei aqui o quanto amo experimentar as comidas locais e, sinceramente, uma das minhas coisas favoritas quando viajo é a gastronomia. Do Salmão irlandês ao apimentado indiano, tem tanto petisco delicioso e saudável espalhado por aí.

Comer saudável não tem que ser um caso complicado. Eu adoraria continuar com minha geladeira cheia de comidas saudáveis, como aqui em casa, quando viajo, não é? Mas não é tão realístico quanto parece durante uma trip. Porém, uma coisa eu levo comigo sempre: comer saudável tem tudo a ver com boas decisões.

Sempre preparo meus próprios lanches para dias e voos longos – além de tentar pedir com antecedência a minha comida especial pro avião. Um dos meus lanches favoritos é um mix de castanhas e chocolate com mais de 80% de cacau, que além de saboroso e saudável, é cheio de antioxidantes.

Nós podemos comer saudável onde quer que vamos. Até nas fastfoods da vida, podemos optar por grelhado, em vez de frito. Quase todas as lojas de conveniência tem frutas (junto com todas aquelas besteiras, haha). É sempre bom levar em mente: a comida é nosso combustível.

Uma dieta saudável não tem nada a ver com restrição. Comer bem é proporcionar bons nutrientes ao nosso corpo.

Não parece delicioso? E estava!

 

Hidrate-se!

Cansado? Irritado? Com fome? Tem uma chance enorme que a razão disso tudo é: SEDE! Antes de partir pra um lanche ou café, tome um copo com água. Você ficará surpreso com a grande diferença que isso pode fazer J

Ah! Também não é pra esquecer de tomar um copo com água pra cada hora de voo, assim como tomar, pelo menos, 8 copos com água durante o dia.

Quando está quente lá fora, sempre traga uma garrafinha com água. Escute seu corpo!

 

Não esqueça seus produtos de higiene e beleza

Tenha certeza de empacotar os essenciais de beleza e higiene. Não esqueça a escova de dentes em viagens longas e um lencinho refrescante para o rosto. Se estiver viajando no verão, não hesite em colocar o pacotinho de banho na mochila de mão (de acordo com o que é permitido). Não esqueça o hidratante de rosto – da última vez que viajei, esqueci e minha pele ficou péssima e seca.

Quando estiver num clima tropical e úmido, em vez de tomar um banho longo, por que não dividir em dois mais curtos durante o dia?

 

 

Pra concluir, estar cheio de energia é tratar nosso corpo bem. Durma bem, coma bem, mantenha-se hidratado, escute seu corpo, respire fundo e relaxe. O mundo está esperando por nós!

Obs: Se, depois de tudo isso, você ainda estiver cansado, é hora da siesta! ;)

 

 

 

 

Algumas maneiras de economizar para viajar.

Comecemos pelo mais óbvio: viajar não é essencial. Para algumas pessoas, como eu, pode ser algo que esteja em primeiro lugar na lista de prioridades, mas pra outras, pode estar bem longe de ser realidade, mesmo seguindo algumas das dicas que darei adiante. Sim, viajar (bastante) é um privilégio e não é pra qualquer um, desgraçadamente.

Por isso mesmo, acredito que a pergunta mais comumente feita para os blogueiros de viagem é: mas como vocês conseguem viajar tanto? Como conseguem pagar pelas viagens? Como se sustentam?

Bom, existem diversos fatores e alguns deles são:

Existem blogueiros com patrocínio; outros que são convidados a experimentar restaurantes ou lugares para falar sobre os mesmos; todos ganham comissão dos seus afiliados;  produtos podem ser vendidos pelo blog; parcerias com marcas; vários escrevem pra jornais e revistas, criam conteúdo para outros sites e/ou empresas; muitos tem várias profissões e podem ser fotógrafos, webdesigners ou possuem qualquer outro trampo que os permita trabalhar de onde quer que seja com wi-fi.

Por exemplo, eu sou afiliada do booking e posso ganhar comissão se vocês usarem este link: http://www.booking.com/index.html?aid=380033

Vocês pagam a mesma coisa e eu mantenho o site funcionando. 

Poderia aqui passar horas falando sobre o trabalho em si de escrever sobre viagens, editar fotos, vídeos, falar com patrocinadores e blábláblá,  mas o foco não é este (falo sobre isso na próxima vez). Então... aqui vão algumas maneiras de economizar para viajar e o famoso “smart expending and strategic saving”.

1. Calcule todas as suas despesas

Só sabendo com o que você gasta realmente é que será possível saber o que pode ser cortado desta lista. Além de tudo, é sempre bom saber onde podemos economizar, não só nas viagens, mas pro resto da vida, né?

Antes de comprarmos/gastarmos, é bom nos acostumarmos a perguntar sempre: É necessário? Alguns exemplos.

-       Eu realmente preciso de tv a cabo?

-       Preciso desta tarifa de celular?

-       E se eu mudar de academia de ginástica? Ou começar a fazer esporte ao ar livre?

Yoga na varanda

-       Será que eu preciso mesmo desta roupa? E esta bolsa?

-       E netflix? (ê, brinks hahah mas tem o popcorn time como alternativa também)

2. Economizar dinheiro

Após ter analisado os supérfluos da nossa vida e o que pode ser cortado – por mais difícil que seja – é necessário abrir uma conta “viagem”, onde vão todas as economias. Podem agendar uma transferência automática no dia que recebem o salário ou então programar um dia X pra fazer uma transferência, em cada mês.

Qualquer dinheirinho extra vai direto pra lá: comissão do booking.com, GoogleAds, freelas, roupas vendidas, troco do pão. Um típico “porquinho” de viagem.

Aqui vale uma promessa: não toque nessa conta até o início da viagem.

Porquinho da salvação :)

 

3. Tratamentos/serviços de beleza e tudo o que gastamos com este item

Já imaginaram o quanto economizariam se deixassem o cabelo na cor natural? Corte, lavagem, depilação, botox, tratamentos pra combater gorduras, rugas, calos no pé, etc e tal custa bem caro. Pra não dizer MUITO caro.

Eu, particularmente, corto o máximo que eu posso deste item. Não pinto o cabelo e corto esporadicamente. Não faço (ainda) nem um tipo de tratamento estético e nem de beleza.  Como eu me sinto? Meio velha, com celulite e cheia de rugas (hahaha), mas eu avisei desde o principio que cada um tem suas prioridades.

Outro dia comentei no snapchat (mayrajinkings) sobre manicure e pedicure. Morando fora do Brasil e sempre querendo economizar, eu aprendi a fazer minhas unhas. Posso não ser nenhuma especialista, mas a maneira em que eu as pintava foi melhorando com o tempo. É como no yoga: practice, practice, practice.

Pintando a própria unha


4. Marcas x Genéricos

Eu não sou de usar joias... Não sei se vocês já perceberam pelas fotos ou pessoalmente. Sou adepta de acessórios bem rústicos que compro de hippies e artesãos :) ou, então, joias da minha ourives preferida, Naisha Cardoso (www.naishacardoso.com.br)

 

Acontece o mesmo com roupas, bolsas e sapatos. Com exceção de algumas poucas peças, minhas roupas são bem baratas. É claro que primo pela qualidade, mas procuro não me basear somente na marca.

Um subitem: promoção não significa comprar. Eu já não sou mesmo de comprar, tenho um monte de roupas antigas (até preciso utilizá-las no próximo item) e ainda assim, sei que quando há alguma promoção parece que seu significado muda. Parece um negócio perfeito ver aquele produto com 50% de desconto, né? Não. Se você não estiver precisando, passe adiante.

!!! Dica: não se inscrevam nestes sites de compras. Imagina receber todos os dias um monte de tentação em promoção? Haha nope!

5. We <3 BAZAR!

Eu sou muito a favor de doações de roupas pra quem precisa e o faço frequentemente. Porém, existem algumas outras roupas que podem acrescentar nossa quantia arrecadada pras trips.

E não só de roupas vive um bazar, não é mesmo? O “lixo” de um é o tesouro de outro. Aquele vinil que não se ouve mais, aquela câmera vintage esquecida, um móvel antigo, livros já lidos e outras cositas más. Pensem nisso!

 

6. Dê uma maneirada nos gastos da vida social

Posso afirmar categoricamente: gasto mais com jantares do que com qualquer outra coisa na vida. Adoro sair pra jantar com os amigos, conhecer lugares novos, tomar uma cervejinha papeando por aí, um vinho gostoso. Infelizmente, isto pesa – E MUITO – no final do mês.

Una copa de cava en el bar Lobo - Barcelona


Além dos gastos LYNDOS acima, há também o cinema, o showzinho, taxi, o festival e até a vontade de comprar roupas novas pra sair pra estes lugares/eventos. Tudo isso acaba interligado e pode arruinar com suas economias.

Opa! Mas espera aí! Eu, de maneira alguma, estou falando pra cortar as atividades sociais da vida só pra economizar e viajar. Estou apenas sugerindo algumas mudanças to save the Money! :)

O que fazer?

Chame os amigos pra jantar em casa. É uma ótima maneira de colocar o papo em dia sem gastar muito. Lembro sempre do Guimarães Rosa: “O real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia”

O papo já começa na hora de cortar os tomates e as cebolas, dando uma bebericadinha aqui e outra ali. Cada um traz o que for beber ou um acompanhamento. No final, “a travessia é o destino” e a preparação da comida é melhor do que o prato pronto.

Duncan e Yago preparando churrasco

Quem aí tem uma casa com piscina ou uma sacadinha?

Que tal um filme na casa de amigos?

E aprender a fazer sushi?

Esportes ao ar livre? É comigo mesmo.

 

Que tal observar as atividades grátis que vão ocorrer na sua cidade no final de semana?

Então... Quando eu comecei a repensar na maneira que gastava meu dinheiro, confesso que economizei mais de 500 reais por mês (e às vezes mais).

 

 

Economizando no planejamento/durante

A famosa Budget Travel

1.     Procure por apartamentos em vez de hotéis

Alugar um apartamento ou casa quando viajamos não só nos ajuda a economizar, como também nos proporciona a vida como um local.

Além do mais, é possível fazer algumas refeições em casa, em vez de ter que pagar sempre para comer fora. E olha que quem está falando isso é uma pessoa que adora sair pra comer e conhecer novos restaurantes, bistrôs, pé limpos, pé sujos, botecos.

Café da manhã no nosso apartamento, em Istambul

 

2.     Economize nos voos

Os preços dos voos podem mudar consideravelmente durante o mês, dia ou mesmo horário de viagem. Existem alguns sites especialistas em comparação de preços e é possível observar as mudanças tarifarias de acordo com cada data.

Se for possível, viaje na baixa estação. Escolha setembro, em vez de julho, na Europa, por exemplo. Os preços serão muito menores e os destinos, menos abarrotados de gente.

3.     Pese sua bagagem antes  de deixar sua casa

Evite dores de cabeça com custos extra pelo peso da sua bagagem. Se for viajar para o exterior e ainda tiver voos internos, lembre que as empresas estrangeiras são chatíssimas com bagagens que ultrapassam o peso permitido.

Se podemos levar 2 malas de 32kg cada daqui pra fora, lembrem-se de que nas companhias low cost europeias, pagamos bastante dinheiro por mala (quem dirá 32 kg cada).

Eu sou adepta de viajar leve. Adira essa mania você também!

4.     Museus de graça

Em diversos museus, existem dias (ou horas de graça). Seja na sexta-feira pela noite, no primeiro domingo do mês, nas quartas depois das 16. Antes de visitar um museu, se informe sobre os dias gratuitos.

5. Atividades de graça

Da mesma maneira que podemos aproveitar atividades de graça na cidade em que moramos, é ótimo se informar sobre os eventos gratuitos que estão acontecendo durante sua passagem pelas cidades. Garanto que dá pra encontrar MUITA coisa boa.

 


E vocês? O que vocês adequam na vida diária com o intuito de economizar pra viajar?

Compartilhem comigo e assim, quem sabe, a gente não faz essa lista crescer? Sinto que esse post vai ser sempre atualizado com novas ideias. Stay tuned!

 

The Wanderlust Gene: Why Some People Are Born To Travel

"There are some people who never feel the urge to leave the house. They’re content to stay in the city they came from, the couch they sit on, and the 360 degrees that immediately surround them.

Then there’s the rest of us: the people who can’t sit still, perhaps meditate to Anthony Bourdain, and always keep their passports on them – just in case.

Whether you call it wanderlust, a love of travel or regular old curiosity – the fact remains the same: Your hunger to explore simply cannot be quenched, no matter how many vacations or journeys you take.

For you, there’s always something new to see, something different than you’re used to. You enjoy day trips, but you also realize there’s only so much you can see in 24 hours. You’re into one-way flights and trips without a destination.

Destinations require plans, and you’re not into the whole planning thing. Plans insinuate an underlying purpose, and from your experience, traveling without one always leads to more excitement.

You’ve been this way for as long as you can remember – which probably dates back to your first few trips growing up, boarding that plane to Disney World every few winters, as a child.

According to recent scientific claims, it may have been embedded in your DNA, even before that.

As told on one psychology blog, the inherent urge to travel can be traced back to one gene, which is a genetic derivative of the gene DRD4, which is associated with the dopamine levels in the brain.

The gene itself, which is identified as DRD4-7R, has been dubbed the “wanderlust gene,” because of its correlation with increased levels of curiosity and restlessness, for the most part.

In reality, however, those who carry this genetic information typically share one common theme, a history of traveling.

The gene is not all too common; in fact, it’s only possessed by about 20 percent of the population. Having said that, there is a much higher prevalence of this gene in regions of the globe where travel has been encouraged in its past.

Assuming that all forms of human life originated in Africa, Chaunsheng Chen, who conducted a study in 1999, supported the premise that “the DRD4-7r form of the gene [is] more likely to occur in modern day societies where people migrated longer differences from where we first originated in Africa many thousands of years ago.”

In short, here, Chen implies that civilizations that have diverged further from Africa, the theoretical origin of mankind, are allegedly more susceptible to being carriers of this mutant DRD4-7r gene that is linked to “curiosity and restless.”

A separate study done by David Dobbs of National Geographicsupported these findings – and provided reason not to just draw the link to curiosity and restlessness, but specifically a passion for travel.

According to Dobbs, the mutant form of the DRD4 gene, 7r, results in people who are “more likely to take risks; explore new places, ideas, foods, relationships, drugs, or sexual opportunities,” he went on to say that bearers of this gene, “generally embrace movement, change, and adventure.”

In line with Chan, Dobbs also linked the 7r mutation of the DRD4 gene to human migration.

When compared to sedentary populations, or those who have stayed in the same region for most of their existence, members of present day migratory populations – those with a history of relocating, over time – tend to carry the 7r gene much more commonly.

Dobbs goes on to highlight a more statistically sound study, conducted a little over a decade later, which supports the notion that 7r, in conjunction with a second genetic variant (2r), “tends to be found more frequently than you would expect by chance in populations whose ancestors migrated longer distances after they moved out of Africa.”

With that said, there still is reason to doubt this “travel gene,” at least in the mind of Kenneth Kidd of Yale University.

According to Kidd, it’s a little bit more complicated than others might be alluding to. “Genetics doesn’t work that way,” Kidd suggests, “You just can’t reduce something as complex as human exploration to a single gene.”

In response, Dobbs consulted with evolutionary geneticist Jim Noonan to gain a better understanding of the matter.

In the most simplistic form, Dobbs quotes Noonan stating how the human ability to explore rests within the function of two systems: limbs and brains.

Noonan explains how each species has a different, unique set of variances within these two systems, which allows them to be predisposed to different behaviors.

With regard to humans, there are a few differences within our limbs and brains that can be distinguished from our most common ancestors, the apes – “such as legs and hips that let us walk long distances; clever, clever hands; and an even cleverer brain that grows far more slowly but much larger than other ape brains,” explains Dobbs.

While these differences allow us, as a species, to be better suited to travel long distances and explore creatively – our genetic makeup is still almost identical to that of apes, despite the visual differences in our anatomy.

Dobbs notes that these differences arise from a divergence in feedback cues, relayed by the developmental genes.

Following this logic, those who carry the 7r gene will also likely follow a slightly variant schedule, with regard to developmental genetics, in comparison to those who carry the regular DRD4 gene.

These differences could also, theoretically, result in a slightly different – or more curiously-suited – limb and brain composition, which could be the reason these people feel a greater urge to travel.

At the same time, it’s definitely important to consider this study done by Garret LoPorto of Huffington Post.

While this mutant gene DRD4-7r might carry a ton of positive, exploratory, character traits with it – it also might be linked with general Neanderthalic behavior.

According to LoPorto, while carriers of this genetic variant might be “incredibly resourceful, pioneering, creative,” and more predisposed for wanderlust, they also might be “utterly out of control.”

So, while you might have the urge to quit work and travel for the next few months – stop and make sure you’re thinking rationally. Although, like I said, traveling is always more fun without a plan."

A lenda musical Van Morrison (Official) estará em Barcelona durante o Suite Festival - um supernovo festival que visa atrair uma audiência maior ao Gran Teatre del Liceu (lindíssimo!) além de operas. 

Nascido em Belfast, Irlanda do Norte, Van Morrison é famoso por suas letras introspectivas e místicas; por suas performances transcendentais. Sua mistura de rock, folk e blues impregnados por sua influência celta o fizeram um dos mais influentes artistas da nossa época. 

Mesmo com mais de 30 álbuns, diversos Grammy awards, um OBE (Most Excellent Order of the British Empire) e sua associação ao Rock and Roll Hall of Fame; ele não dá sinais de querer parar tão cedo. Ainda bem! 

Segunda, no Liceu, às 20h.

Para mais informações sobre o evento, acessem: https://proticketing.com/suitefestival/es_ES/entradas/evento/2474

Cervejaria Brooklyn seleciona profissional para atuar como embaixador da marca no Brasil.

Cervejaria Brooklyn seleciona profissional para atuar como embaixador da marca no Brasil.

"A distribuidora e importadora de bebidas BeerManiacs está em busca de um Embaixador da Brooklyn Brewery no Brasil. O profissional será responsável por executar programas de marketing e vendas da cerveja americana, assim como aumentar a visibilidade da marca no país."

http://oglobo.globo.com/economia/emprego/cervejaria-brooklyn-seleciona-profissional-para-atuar-como-embaixador-da-marca-no-brasil-14766503

"EU ODEIO A TAILÂNDIA" - COMO UM VÍDEO COM ESSE TÍTULO TEM AJUDADO A INCENTIVAR O TURISMO NO PAÍS

Li esse artigo no nômades digitais e tive que compartilhar por aqui! 

"Fazendo o uso da psicologia inversa, o governo tailandês investiu numa ação curiosa para alavancar ainda mais o turismo no país. O vídeo “I Hate Thailand” (“Eu Odeio a Tailândia”, em português) tem dado o que falar não só pelo nome, que geralmente não faz jus a opinião dos visitantes, mas pela estratégia de marketing incomum.

No filme, um jovem que pensava em balada, praias lindas e aventura, mostra toda a sua frustração quando, durante a viagem de uma semana, perde sua mochila, fica sem dinheiro e ainda tem de lidar com a “sorte” de ter o celular sem bateria e autoridades que pouco se importam com seus problemas. Mas, há uma luz no fim do túnel e ele encontra uma pessoa disposta a ajudá-lo, fazendo-o enxergar o lugar de uma outra maneira.

A mensagem do vídeo é mostrar que mesmo diante das piores situações, ainda dá pra ter uma experiência inesquecível e divertida no país. A abordagem não deixa de ser interessante na hora de atrair mais visitantes, fugindo do padrão veiculado na TV. Olha só o resultado:"

Para fãs de Picasso em Nova York

É fã do Picasso e está indo passar férias em Nova York neste outono/inverno?

Três exposições ilustram a relação do artista com o cubismo, a fotografia e sua última mulher, Jacqueline Roque.

http://oglobo.globo.com/estilo/boa-viagem/nova-york-apaixonada-por-picasso-tres-exposicoes-lembram-pintor-espanhol-nessa-temporada-14609492

Lonely Planet e a inspiração pra 2015

Lonely Planet acabou de lançar a inspiração que me fez tremer de vontade de conhecer TUDO! 

Eles sugerem cidades, regiões e países a serem visitados no ano que vem, com explicações de motivos. 

Se alguém quiser me acompanhar em algum, é pra já!

http://www.lonelyplanet.com/best-in-travel